segunda-feira, 20 de agosto de 2018

ENTENDA A TRANSFORMAÇÃO DA MÚSICA GOSPEL


Nossa visão é de restaurar a fase poética, mas quando falo poética não falo de poesia pela poesia, tipo "o céu é azul" ou "o sorriso de uma criança trás alegria"; falo da atitude poética de acreditar que a Bíblia tem solução para tudo, é o guia para os nossos conflitos e aprendemos bem melhor seus ensinamentos se forem cantados, porque assimilamos as letras cantadas com mais facilidade.

Apesar das críticas, avançamos nos anos 80 principalmente com a aparição de Janires e Paulo Cesar Graca e Paz que literalmente agitavam. Eles faziam acontecer mesmo sem recursos, microfones precários...

Assisti Rebanhao tocando na Carioca com tremendão Giannini e a alça do violão era um fio elétrico. Mas chamavam a atenção pela nova proposta de evangelizar. Logo surgiram Bandafe, Banda & Voz , Catedral, Novo Som, Banda Rhema, Lumiar, Semeando, Ivanilson, Martin Lutero e de repente aquilo se tornou um movimento. E como as bandas não tinham igrejas (e eram interdenominacionais), as pessoas eram salvas e encaminhadas às igrejas que apoiavam os projetos.

Nos anos 90, houve um inchaço nas igrejas e ela acabaram se tornando grandes templos com filiais, então aqueles jovens alcançados começaram a formar suas próprias bandas, mas sobre a tutela do seu líder; a arte deixou de ser independente, perdeu-se a criatividade e agora estavam sendo manipuladas para propagar as doutrinas das suas igrejas e não mais o evangelho. Uma vez que fossem criados os ministérios, por que apoiar bandas e cantores que não estavam sobre "autoridade" e com pensamentos livres?

A igreja parou de apoiar intencionalmente os eventos, criando-os em suas próprias igrejas e impedindo os jovens de irem em apresentações fora de seus círculos eclesiásticos.
Mesmo que eu critique a Marina de Oliveira pela sua motivação mercantilista, ela ainda conseguiu junto com o gospel da Igreja Renascer lançar alguma coisa boa por meio de suas gravadoras, como Resgate, Oficina G3, Katsbarnea, Contato Vital, Semeando, Rebanhão, Kadoshi, Banda Rara que ainda sobreviviam pela vendagem de CD's.
Mas de 2000 pra cá, quem não se firmou em uma grande gravadora, estava condenado, por que do mesmo jeito que as igrejas fizeram privilegiando seus ministérios, as gravadoras e suas rádios só divulgavam quem "fechava" com elas . Era o fim da fase poética!
Mas, e os evangelismos de rua? Você perguntaria? Eu lhe respondo com outra pergunta: com tanta gente crente na igreja pra que evangelismo na rua? Agora não adianta cantar que se não aceitar Jesus vai pro beleléu; agora é juntar o povo e  cantar 345 vezes PODEROSO DEUS, num mantra que refrigera sentimentos, mas não liberta; descarrega emoções, mas não guia à resposta bíblica, (como nas canções do grupo Logos); a pessoa se sente bem, mas continua sem respostas!

Minhas orações e o meu profundo desejo é que de fato haja o retorno de um verdadeiro avivamento musical como na década de 80.


Por Ledinilson de Souza 

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

A VOLTA DO GRUPO SEMEANDO!



O grupo carioca que foi sucesso absoluto nas décadas de 80 e 90 está de volta! Uma excelente notícia para todos nós que aprendemos a cantar Por que Desesperar, Cinema, Coração de Pedra, e tantos outros sucessos que foram a trilha sonora da vida de muita gente. Fundado em 1985, o grupo Semeando teve três formações até encerrar as atividades em meados dos anos 2000, tendo passagem, inclusive, pelo Império MK. Com o fim do conjunto, o Júnior seguiu carreira solo.

Poucos detalhes se sabe sobre a volta do Semeando, porém os planos do retorno surgiu logo após um encontro entre o Júnior e o Bennon no Rio de Janeiro. A foto postada no perfil pessoal do Júnior deixaram os fãs bastante eufóricos, pedindo a volta do grupo. O Júnior voltou a usar seu perfil pessoal para anunciar que a banda retornaria às atividades.
É uma excelente noticia. Vamos aguardar!


Por Aleckson Marcos


quarta-feira, 15 de agosto de 2018

VOZ DA VERDADE PREPARA DVD DE 40 ANOS

O lendário conjunto de rock cristão está na estrada desde 1978, colecionando vários e grandes hits, polêmicas, premiações e títulos. Foram várias as formações, porém permanecem as preciosidades de Carlos Moysés que tem mantido a banda em um patamar de qualidade muito elevado.

Já estão acontecendo os ensaios para a gravação do DVD Até Aqui Eu Cheguei, cuja gravação acontece no dia 4 de novembro. Porém, a programação começa desde o dia 01/11 com a preleção do Pr. Carlos Moysés, Pr. José Luís, Banda Voz da Verdade no louvor e a apresentação da peça teatral O Maior Milagre do Mundo. Todo o evento acontecerá na Instância Árvore da Vida, Sumaré/SP, cujos ingressos e hospedagem já estão sendo comercializados no site da banda em www.vozdaverdade.com.br

E OS ARTISTAS CONVIDADOS?

A banda ainda não divulgou se haverá a participação de artistas convidados. Convém lembrar que em 2008, quando gravou o DVD de 30 anos, o conjunto convidou Marquinhos Gomes, PG e Marco Feliciano.
Assim que forem divulgados os nomes dos artistas convidados ou se forem divulgados, avisaremos por aqui.



- Por Aleckson Marcos

terça-feira, 14 de agosto de 2018

ROUPA NOVA NA MÚSICA GOSPEL?


Pode parecer estranho para boa parte dos evangélicos, mas a música cristã brasileira em seus bastidores recebe contribuição direta de importantes músicos do meio secular, bem como há artistas desse meio que contratam músicos cristãos para participarem de produção ou arranjos de seus discos. Esse é o caso do histórico grupo Roupa Nova, cuja influência é vista não apenas no fato de bandas cristãs se inspirarem no som que o conjunto carioca faz, mas também no envolvimento direto dos seus integrantes com artistas e discos premiadíssimos da música cristã, mediante produção, arranjos e gravação.

A princípio, é importante destacar as influências indiretas que o grupo exerceu em duas bandas cristãs, em especial: Novo Som e Ruama. Ambas possuem características próprias, mas é fácil perceber aspectos similares no que concerne à sonoridade, estilo musical e, especificamente, na condução dos vocais. Até falava-se antigamente que o Novo Som era a versão religiosa do Roupa Nova e isso ainda é muito comentado nas redes sociais. O próprio Alex Gonzaga, em entrevista concedida ao pastor Otoni de Paula Júnior, confirmou seu enorme apreço pelo Roupa Nova a quem se referiu como "talvez a banda mais perfeccionista da música popular brasileira". O que é mais curioso é que o filho do Cleberson Horsth, o Marcelo Horsth, foi guitarrista do Novo Som por pouco mais de 7 anos (2009-2017).

É perceptível a semelhança no back vocal dessas duas bandas cristãs e essa similaridade mostra-se mais forte nas canções do extinto grupo Ruama. Canções como “Caminhos da Paz”, “Uma Chance” e “Pra Sempre Quero te Amar” exibem arranjos maravilhosos que somados a um back vocal masculino de harmonia finíssima e a suavidade da voz do Hervê Santos são de provocar grandes emoções.

A contribuição direta do Roupa Nova se daria na metade década de 1990, em que o grupo deixa as suas impressões musicais indeléveis na nossa música e produz um álbum-boom! Sim, o disco que vamos falar a seguir foi um boom de vendas e sucesso que marcaria uma nova fase na música gospel.

O ano é de 1995 e o Brasil conhece o álbum “Sem Limites” da jovem cantora Aline Barros, à época com 19 anos. Nem é preciso falar do sucesso que esse disco fez até mesmo entre o público não evangélico, sendo campeão de vendas (mais de meio milhão de cópias) e tendo boa aceitação da crítica especializada! O que poucos evangélicos sabem é que esse disco foi todo produzido e arranjado por Ricardo Feghali - que também é evangélico -, Cleberson Horsth e o pai da Aline, pastor Ronaldo Barros, acompanhados dos demais músicos da banda que gravaram seus instrumentos e ainda fizeram o back vocal das canções (aquele back de “Família” é inconfundível). As gravações foram feitas nos stúdios do Nando (Midivirto Studio), Ricardo Feghali (Feghali Studio) e no Roupa Nova Studio por Marcos Saboia.
A parceria com o Roupa Nova foi tão bem sucedida (parceria que durou por mais de 10 anos) que levou a Aline gravar o seu segundo disco, novamente com os mesmos músicos, com exceção do Nando. O disco é "Voz do Coração", de 1998, que emplacou o seu maior sucesso: “Fico Feliz”, entoado em muitas igrejas, principalmente nos grupos infantis. Em seguida, já no ano 2000, Feghali e Cleberson produzem “O Poder do Teu Amor” que apresenta a volta do Nando no baixo. No entanto,
a faixa que dá título ao disco foi produzida e gravada nos Estados Unidos por Tom Brooks com músicos americanos. Em 2003, é lançado “Fruto de Amor”, que contou com a participação de PG e teve a regravação do clássico “Primeiro Amor”, inicialmente gravado pelo grupo Rebanhão. Já os próximos dois disco “Som de Adoradores” e “Caminho de Milagres”, gravados ao vivo não tiveram participação de nenhum dos músicos do Roupa Nova e foram produzidos por Kléber Lucas e Rogério Vieira, mas a parceria volta em 2011 com o premiado disco “Extraordinário Amor de Deus”, cujo destaque vai para o hit “Ressuscita-me”. Nesse disco somente o Paulinho não participou e este foi o último disco que o Feghali e Cleberson produziram, bem como os demais músicos do Roupa Nova.


Início dos anos 2000 e também o início de um novo conceito de música gospel que recebe uma sonoridade com influências europeias e principalmente americanas e diante desse cenário os integrantes do Roupa Nova agora ampliam seus trabalhos, produzindo e arranjando outros artistas que passaram a vender cifras altíssimas. Me refiro a Fernanda Brum e Kléber Lucas que iniciaram suas carreiras ainda nos anos 90, mas tornaram-se sucesso nacional a partir da primeira metade do ano 2000.
Os álbuns “Aos Pés da Cruz” (2001) e “Pra Valer a Pena” (2003) de Kleber Lucas, ambos com vendagens expressivas e canções de enorme sucesso são um dos mais bem sucedidos projetos do cantor que tiveram a produção e gravação de Ricardo Feghali e contou com a participação do Nando no baixo, Kiko nas guitarras e violões, Serginho Herval na bateria e Paulinho que participou do back vocal. O Cleberson Horsth não participou destes dois projetos e o Paulinho não participou deste último disco.


A cantora Fernanda Brum, que lançou o primeiro disco em 1993, só veio a ser conhecida em todo o território nacional a partir de 2002, a partir do disco “Quebrantado Coração”, que mistura pop e música cristã contemporânea fez enorme sucesso, com destaque para hits como “Amo o Senhor”, “Espírito Santo” e a faixa-título.  O projeto foi todo produzido por Emerson Pinheiro e teve a participação de Serginho Herval que fez bateria em algumas canções. O recém-lançado disco “O Som da Minha” foi produzido por Emerson Pinheiro, mas foi gravado no Oásis Music Video de Ricardo Feghali, algo comemorado pela cantora em suas redes sociais em razão de ser um dos mais modernos stúdios do Brasil e ainda mais sendo conduzido por um grande profissional que é o Feghali.

SERGINHO HERVAL

O baterista do Roupa é um caso mais específico ainda, pois, à semelhança do Ricardo Feghali, é evangélico desde a década de 90 e inclusive chegou a fazer um dueto com o extinto grupo Raízes ao gravar a música "Volta Logo", de 1997. Em 2017, criou um canal no YouTube para divulgação de um projeto paralelo que é a releitura de sucessos do grupo Hilsong. Confira mais detalhes clicando neste link:
Se você já apreciava o Roupa Nova como uma banda popular, agora você tem mais motivos para isso, pois com esse post mostramos que os músicos do grupo tem abençoado vidas, mesmo que suas intenções tenham sido talvez apenas comerciais, o que por si só não é errado. Esse fato também indica que Deus deu talentos a todos, indiscriminadamente e que evangélicos não são os únicos que os recebem!
É vantajoso para nós saber que a nossa música agora tem a mesma qualidade técnica que as de artistas populares e, conforme mostrei, é produzida pelas mesmas pessoas que produzem ou já produziram nomes como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Fagner, Byafra ou Milton Nascimento, por exemplo. Oremos para que haja um avivamento lírico, pois o avivamento técnico nós já conseguimos!

- Por Aleckson Marcos

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

OS CLÁSSICOS DE 1978 (40 ANOS)


Musicalmente, a década de 70 foi tudo de bom até para pessoas que, como eu, nasceram muito tempo depois. O ano de 1978 foi o ano-revelação para muitos artistas cristãos, foi também o período em que outros saíam de importantes conjuntos musicais para seguir carreira solo. Foi ano-gênese de muitas bandas que surgiram no cenário evangélico com um conceito totalmente diferente de música e adoração. Logicamente que foi um ano de muitos hits que até hoje tocam na nossa memória.

Faço uma lista abaixo dos 06 sucessos da música gospel lançados naquele ano e que completam 40 anos em 2018.

1. Eu Vejo Deus (José Carlos) 
José Carlos é um artista de primeira categoria e deixou isso bem claro quando era membro do lendário Embaixadores Sião e mais ainda quando estreou o seu primeiro disco solo em 1978. O clássico Eu Vejo Deus, seguindo a mesma similaridade poética do Edison Coelho, foi a primeira música do José Carlos que aumentou sua visibilidade em todo o país e foi um verdadeiro estouro nacional!

2. O Amor de Deus (Shirley Carvalhaes)
A Shirley já havia lançado o seu primeiro disco no ano anterior e pelo boa receptividade da canção Acima das Estrelas, Eli de Almeida - investidor fonográfico e dono da gravadora Rocha Eterna - sente que a carreira da Shirley teria uma enorme ascensão e a convida para gravar o próximo disco. Com o disco Supremo Autor, Shirley agora crava o clássico O Amor de Deus, de Márcio Eduardo, a primeira faixa do Lado A do LP. Foi o seu grande sucesso daquele ano.

3. Autor da Minha Fé (Grupo Elo)
Fica difícil definir qual o maior clássico do disco Ouvi Dizer, tendo em vista que a própria faixa-título, bem como Calmo, Sereno e Tranquilo, Ao Sentir e Jesus Provou foram e estão entre as melhores músicas cristãs já gravadas em solo brasileiro, porém creio que Autor da Minha Fé é, de fato, o grande destaque do grupo Elo em 1978. A comparar com a nossa música hoje, não dá pra crer que a música cristã já produziu uma obra de arte como esse disco.

4. Eu e Jesus (Ozeias de Paula)
O disco Deus Sabe o que Faz, com as preciosidades de Edison Coelho, teve uma produção de ponta e a faixa que mais se destacou foi Eu e Jesus. Com uma letra muito forte, essa música ainda é muito questionada por assemelhar o crente a Jesus como se fossem uma só coisa. Os metais que iniciavam a música, a ousada bateria e o uso da guitarra eram uma emoção à parte. Ozeias, à essa altura, já tinha uma carreira estável e pronto para sobreviver pelas décadas seguintes.

5. Não Sei Por que (Som Maior)
O grupo da Convenção Batista Brasileira foi um fenômeno desde que surgiu. Em 1978, o grande destaque vai para Não Sei Por que que tornou-se predileto nos corais e grupos de louvor das igrejas, aliás o próprio estilo do Som Maior permitia uma aproximação muito eficiente com as igrejas.

6. Jesus Vive (Voz da Verdade)
Embora hoje essa música não tenha o destaque esperado, no ano de lançamento foi a que mais recebeu destaque. À época, o Carlos Moysés era proprietário de uma loja de médio porte e até chegava a distribuir o disco de graça aos seus clientes.  Foi em 1978 que Voz da Verdade lançou o primeiro LP, estreando no mercado.


40 anos depois, qual são os hits de 2018? Não sou tão pessimista assim para negar que boas canções de sucesso tenham sido gravadas neste ano, pois, há sim bons artistas que continuam produzindo belas canções, mesmo que o tempo de sucesso seja muitíssimo limitado em relação aos de 40 anos atrás. A julgar pelas letras e desconsiderando estilos musicais, 2018 tem sido um ano muito fértil para boas canções... e para muita musiquinha brega também.

Por Aleckson Marcos

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

OS 88 ANOS DE VALDOMIRO SILVA!

Hoje é o aniversário de um pioneiro da nossa música cristã, o pastor e cantor Valdomiro Silva que completa 88 anos de idade, sendo um dos mais antigos do nosso país ainda em atividade.

Não adianta tentar romper com passado em nome da modernidade, pois sempre dá errado. Por esse motivo, é uma questão de honra (e eu trato isso também como uma obrigação) reconhecer e homenagear ainda em vida cantores do tamanho do Valdomiro. Afinal, são 39 discos gravados, dezenas de países alcançados em uma época em que nossa música ainda não possuía uma boa qualidade técnica e nem havia rigor quanto ao arranjo e diversidade de instrumentos na hora da gravação. Não havia tantas rádios evangélicas, nem grandes gravadoras; não havia grandes investidores do mercado fonográfico, mas as canções do Valdomiro conseguiram chegar à milhares de coração pelo mundo afora e somente a eternidade poderá revelar os frutos de tantos anos de dedicação à música cristã.

Chegar aos 88 anos significa ter testemunhado tantas conversões, tantos milagres e tantas experiências inesquecíveis. Valdomiro, mesmo com a idade que tem, não parou! Há um erro muito comum em se pensar que quem está fora da elite gospel parou de cantar e a realidade tem provado exatamente o contrário! Pr. Valdomiro, dentro das limitações da idade, tem viajado o país inteiro cantando e pregando. No último final de semana, em Sete Lagoas/MG, foi um dia de tamanha realização para ele, pois em um só evento conseguiu rever e cantar com vários de seus colegas de ministério com quem há muito tempo não se encontrava.

Pois é, amigos. Honra a quem merece honra e reconhecimento a quem merece também. Parabéns, Pr. Valdomiro! Você tem levado muitos a se saciarem na Fonte da Água Viva!


Por Aleckson Marcos

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

ENCERROU ONTEM EDIÇÃO 2018 DO LOUVOR SAUDADE

Já é tradicional o Louvor Saudade realizado todos os anos na Assembleia de Deus de Sete Lagoas/MG. Ontem encerrou mais edição, cuja abertura foi desde o dia 3, sendo 3 dias de muita nostalgia.

Na edição de 2018, o Louvor Saudade convidou Luiz Arthur, Ozeias de Paula, Alceu Pires, Zelândia Valentim, Valdomiro Silva, Raquel Silva e o grupo Voz da Verdade.
Um dos tradicionais convidados do evento, Feliciano Amaral foi homenageado com a exibição de um vídeo seu cantando em 2013 no evento. Todos os artistas impressionaram, mas alguns momentos foram mais esperados, como o dueto de Ozeias de Paula e Luiz Arthur, após 40 anos sem cantar juntos em um evento. a própria presença do Ozeias era bastante aguardada. O grupo Voz da Verdade foi uma das mais marcantes do evento.

O evento foi encerrado domingo à noite com todos os artistas cantando à uma só voz o clássico Cem Ovelhas.